quarta-feira, 11 de maio de 2011

CQC IRONIZA A MARCHA!!!

Eu mandei esse email pro Marcelo tas rede@marcelotas.com.br

e espero que voces reenviem


Marcelo Tas,

Em primeiro lugar queria dizer que sou um fã seu e do CQC. Mas estou enviando esse e-mail pra deixar claro que a reportagem do programa NÃO COBRIU a Marcha da Maconha. No máximo a concentração para a mesma.

É chato porque a gente luta muito pra ser reconhecido e depois o único programa que faz uma reportagem maior sobre o movimento nos ironiza e nos chama de meia-dúzia.
Da próxima vez espero que o CQC fique pelo menos até as 16:20, horário em que a marcha realmente começa a andar.

Voces deixaram de filmar as 5mil pessoas que realmente foram, e a matéria podia ter ficado bem melhor. De qualquer forma obrigado pelo reconhecimento, e espero que da próxima vez o CQC misture seu bom jornalismo com seu bom humor... e não trate nossa causa como motivo somente para o humor. Podem fazer piada com o maconheiro, mas não desmereça nossa luta por favor.

Não somos apenas reggaeiros, cabeludos, desmemoriados e piada-facil. Marchando comigo tinha muita gente séria que como eu, encontra um tempinho entre muito trabalho e estudo pra defender uma causa que é de interesse de toda a população.

Obrigado, 
Do seu fã,...

domingo, 1 de maio de 2011

O Cérebro fabrica Maconha - Roberto Lent

Twitcam ao vivo com Renato Cinco

Domingo 1º de Maio 22h http://twitcam.livestream.com/4qxay

Vídeo propaganda das Marchas 2011



MarchadaMaconha.org

» 7 DE MAIO

III Seminário "Maconha na roda" Salvador - BA

Essa é pro pessoal de Salvador:

III SEMINÁRIO "MACONHA NA RODA" - POLÍTICAS PÚBLICAS EM DIÁLOGO COM A SOCIEDADE CIVIL

FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS SALVADOR - BAHIA - BRASIL 5 A 9 DE MAIO DE 2008
Programação completa em: Maconhanaroda.blogspot

Líder do PT defende autocultivo de Maconha.

a contramão do que prega o governo Dilma Rousseff, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), defende a liberação do plantio de maconha e a criação de cooperativas formadas por usuários.
Num recente debate sobre o assunto, o deputado disse que a política de "cerco" às drogas é "perversa" e gera mais violência. Dilma assumiu o governo incluindo entre suas prioridades o combate "sem tréguas" ao crime organizado e às drogas.


Em janeiro, a presidente desistiu de nomear o então secretário Nacional de Justiça Pedro Abramovay para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas depois que ele sugeriu numa entrevista a adoção de penas alternativas para pequenos traficantes.
Assim como Abramovay, o líder do PT na Câmara afirmou que a prisão de pequenos traficantes contribui para engrossar as fileiras das organizações criminosas.
"São mães de família que sozinhas têm que criar os filhos e passam a vender", disse o deputado. "As prisões têm levado a organizar a violência contra a sociedade."
Teixeira falou sobre o assunto num debate organizado pelos grupos "Matilha Cultural" e "Desentorpecendo a Razão" em São Paulo, em 24 de fevereiro, um mês após a queda de Abramovay.
Um vídeo com a íntegra da exposição foi publicado no blog do deputado e no site Hempadão (cujo título faz uma brincadeira com as palavras "hemp", maconha em inglês, e "empadão").
MODELO ESPANHOL
Teixeira disse no debate que o governo deveria autorizar a criação de cooperativas para o plantio e a distribuição da maconha. "O melhor modelo é o da Espanha: cooperativas de usuários, onde se produz para o consumo dos próprios usuários, sem fins lucrativos", afirmou.

O líder do PT disse que, se comer sanduíches do McDonald's, "talvez o maior crime", não é proibido, o governo não poderia impedir também o plantio de maconha.
"Cabe ao Estado dizer que faz mal à saúde. Não existe crime de autolesão. Se eu quero, eu posso usar, tenho direitos como usuário. E isso o Estado não pode te negar."
Segundo ele, a forma como o governo e alguns juízes tratam as drogas é um tiro no pé: não garante a segurança nem a saúde dos usuários.
Folha fez vários pedidos de entrevista ao deputado desde 16 de março, mas sua assessoria não deu resposta.

No debate de fevereiro, Teixeira fez um apelo aos usuários de maconha: "Só a coragem pública daqueles que vão às ruas discutir fará com que esse tema avance".

Continua...

7 de Maio - Ipanema 14h

Nunca é demais lembrar:


» 7 DE MAIO

» 8 DE MAIO

7 Mitos sobre a Maconha !

7 mitos sobre a maconha

Redação Super 14 de abril de 2011
por João R. e Natália Eiras
COLABORAÇÃO PARA A SUPERINTERESSANTE

Mesmo a pessoa mais conservadora conhece as cinco pontas da folha de maconha. A planta, que dá origem a uma das drogas mais consumidas no mundo, virou até símbolo pop, sendo estampada em camisetas, brincos, colares e outros acessórios. Tanta popularidade, no entanto, não impede que a maconha continue sendo uma das drogas mais controversas. São tantos argumentos contra e a favor da liberação da cannabis para o uso medicinal e, até mesmo, para o uso pessoal, que foram criados alguns mitos sobre a verdinha. Mas antes de você se estresse sobre o assunto, desvendamos 7 mitos sobre o cigarro mais famoso do mundo:

A maconha vicia 
O vício na maconha é uma questão bastante relativa até mesmo para os cientistas. Segundo o biomédico Renato Filev, pesquisador do Núcleo de Neurobiologia e Transtornos Psiquiátricos da USP, o vício na cannabis, de fato, não existe, mas sim um hábito de fumá-la. O consumo de erva com frequência pode ser considerado vício, porém, não há relatos clínicos de casos de abstinência”. Também não há relatos de tolerância (quando a droga não faz mais efeito) à cannabis, um dos sintomas do vício. O fato do conceito de dependência ter ganhado outras facetas também dificulta dizer se há o vício. “Há diferentes níveis de dependência. O vício na maconha, entretanto, é social e individualmente menos danoso do que os de outras drogas e mais fácil de ser enfrentado, ainda que acarrete grande sofrimento, como qualquer transtorno mental grave”, diz o antropólogo Maurício Fiore. Ou seja, você pode não se tornar quimicamente dependente da maconha, mas mentalmente.

A maconha causa danos cerebrais
O uso excessivo de maconha pode caudar danos cerebrais sutis a longo prazo, mas não deixar a pessoa completamente demente. Este mito aparece na história desde o século 19, quando os ingleses acreditavam que o bhang, bebida à base de maconha bastante comum na região da Índia, causada demência. Hoje, depois de anos de pesquisas, sabemos que a cannabis não faz mal, desde que usada moderadamente. Experiências que compararam pessoas que não fumavam maconha com usuários assíduos, que consumiam cinco baseados por dia há mais de 15 anos, mostraram diferenças sutis nos resultados de memória e atenção. A mesma pesquisa mostrou que o uso excessivo e diário de álcool causa mais sequelas do que a cannabis.

Maconha x Cigarro: males
Não há provas da relação direta entre fumar maconha e câncer de pulmão, traqueia ou outros associados ao uso do cigarro. Nem por isso, o baseado está livre de seus males. “O fato de ser inalada normalmente sob a forma de fumaça resultante da queima da erva enrolada num papel acarreta consequências tão ou mais negativas que as do tabaco”, diz o antropólogo Fiore. Outra preocupação é que os resultados do uso prolongado da droga ainda são incertos.“A ilegalidade da maconha é um enorme obstáculo para a pesquisa sobre consequências do seu consumo e para a disseminação de informações aos seus consumidores”, completa Fiore. Mas já sabe-se que o usuário eventual não precisa se preocupar com um aumento grande do risco de câncer. Porém, aquele que fuma mais de um baseado por dia há mais de 15 anos deve pensar em parar.

A maconha é só o começoGrande parte de viciados em drogas pesadas foi, no passado, usuário de maconha, mas nem todos ficam viciados em drogas pesadas. Esta é a melhor maneira de explicar o fenômeno que deu à cannabis a fama de que é uma porta de entrada para o consumo de drogas como o crack e a heroína. “Uma parcela muito pequena de usuários de maconha migram para outras drogas”, diz o biomédico Filev. A maior e única ligação entre a maconha e o crack, por exemplo, é que ambos são ilegais e são vendidos no mesmo lugar. Segundo o antropólogo Mauricio Fiore, o que faz um usuário de maconha ter acesso a drogas mais pesadas é o simples e puramente fácil acesso a elas, por estarem na “mesma prateleira do supermercado”.

A maconha é mais forte hoje do que era no passadoAs novas técnicas de cultivo da cannabis e a popularização do skunk, maconha hidropônica, são os culpados pelo surgimento deste mito. A sociedade civil acusa que o uso de tipos híbridos no cultivo da maconha faz com que a planta tenha maior quantidade de resina e de princípios ativos, o que a deixaria mais “forte”. De fato, a “potência” da maconha depende da “safra” da cannabis e dos cuidados do cultivador, mas essa turbinada independe se a planta é hidropônica ou não. “Planta geneticamente alterada não significa maior potência e nem muito menos que os usuários estejam consumindo maconha de forma mais arriscada ou perigosa”, diz o antropólogo Fiore.

Maconha não tem valor medicinal
A maconha pode (ainda) não curar, mas ajuda a aliviar os incômodos do tratamento de transtornos mentais e de portadores do HIV, estimulando o apetite dos pacientes. O primeiro relato médico do uso medicinal da cannabis foi há 5 mil anos, em um herbário chinês, onde a planta era indicada para combater males como a asma, doenças do aparelho reprodutor feminino, insônia e constipação intestinal. No ocidente, quem inaugurou o uso “sério” da droga foi o professor Raphael Mechoulam, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Atualmente, os medicamentos com base na maconha estão sendo usados em pacientes de Aids, câncer e esclerose múltipla. “Estão sendo feitos os componentes da Cannabis em comprimidos e spray”, conta o biomédico Filev. “A droga, então, poderá ser usada nos tratamentos de transtornos como ansiedade, depressão, psicose, esquizofrenia e doenças neurodegenerativas”.

Na Holanda vale tudo!
Se você acha que, assim que descer em Amsterdã, encontrará pessoas por todos os cantos fumando os seus cigarros de maconha, você está completamente enganado. Ao contrário do que achamos, a Holanda não liberou a Cannabis, mas adotou uma política de tolerância às drogas. Você não encontrará, por exemplo, gente fumando maconha nas escolas e nos transportes públicos, lugares onde o consumo é proibido. Os usuários só podem acender os seus baseados em parques, bares e ao ar livre. Você também não poderá comprar a Cannabis em qualquer lugar, já que apenas casas especiais, os Coffee Shops, podem vendê-la. Além disso, uma pessoa pode comprar, no máximo, 5 gramas de maconha (sendo que os Coffee Shop podem ter no máximo 500 gramas da droga), para evitar o consumo excessivo e o tráfico de drogas. A legislação proíbe, ainda, a publicidade da cannabis e a venda da erva a menores de 18 anos. 

quinta-feira, 28 de abril de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011


marcha da maconha 2011


» 7 DE MAIO

  • BELO HORIZONTE
    Praça da Estação, 15h30
  • RIO DE JANEIRO
    Jardim de Alah, 14h
  • VITÓRIA
    UFES, 14h

» 8 DE MAIO

  • ATIBAIA
    C. de Conv. Victor Brecheret, 15h

» 15 DE MAIO

  • NITERÓI
    Praia de Icaraí, 14h

» 21 DE MAIO

  • SÃO PAULO
    MASP, 14h

» 22 DE MAIO

  • CURITIBA
    Santo Andrade, 15h
  • JUNDIAÍ
    Estação de Trem, 14h
  • PORTO ALEGRE
    Parque da Redenção, 15h
  • RECIFE
    Recife Antigo - Torre Malakof, 14h

» 27 DE MAIO

  • BRASÍLIA
    Catedral, 14h

» 28 DE MAIO

  • CAMPINAS
    Largo do Rosário, 13h
  • FLORIANÓPOLIS
    Trapiche - Av. Beira Mar, 16h
  • FORTALEZA
    Praça da Bandeira (Dq. de Caxias), 14h
  • NATAL
    Largo do Bar Astral, 14h
  • SALVADOR
    Campo Grande, 14h20

» 25 DE JUNHO